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Dr.Why News

A moda das noites de Quiz (Jornal Único - 29/09/2015)

11 outubro 2015

A moda das noites de Quiz (Jornal Único - 29/09/2015)

Dr. Why no Jornal Único

 

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A tradição que nasceu nos pubs irlandeses aterrou em Portugal há cerca de três anos e parece conquistar cada vez mais adeptos. As noites de quiz nos bares estão na moda, e S. João da Madeira ou Santa Maria da Feira também vão na onda. Um teste à cultura geral que junta os amigos à volta de uma mesa.

 

“Quem era Mata Hari?” ou “Quanto tempo esteve Sara Norte presa?” são as primeiras perguntas do quiz do Dr. Why no Old Fashion Caffe, em Santa Maria da Feira. Enche-se todas as quintas-feiras, desde março, para uma noite diferente com os amigos. Por lá encontrámos equipas já habituais. “Começámos a participar por diversão, mas foi tão interessante que decidimos continuar. Para além disso, temos conquistado o pódio às vezes”, conta Daniela Valente, da equipa feminina “Bombocas”, que revela que à quinta-feira o café é sempre ali. É importante que ninguém falte, até porque cada uma delas é forte em diferentes áreas. E até se sente a competição. “Ela existe, mas saudável. É sempre bom testar a nossa cultura geral. É uma excelente maneira de passar o tempo, conviver e aprender”, atira.

 

Pedro Soares é o apresentador. Teve contacto com este quiz pela primeira vez em 2012, num bar em Coimbra, e decidiu investir nele, comprando a patente do jogo para operar no distrito de Aveiro. “Este conceito de pergunta e resposta já existe há algum tempo. Ele está em horário nobre na televisão ou até em aplicações para telemóvel, e esta foi uma das razões que me fez investir”, revela. O Dr. Why, que já tem quase 14 mil likes no Facebook, opera em todos os distritos do país, na vertente de bares (também atua em casamentos ou em empresas), e o objetivo passa por estimular a participação das equipas na Noite de Campeões. “Há uma noite no ano em que se encontram as dez melhores equipas de cada distrito, e aí competem a nível nacional para se encontrar o campeão nacional”, conta.

 

Nas noites de quiz do Dr. Why há uma particularidade única, um comando digital, onde é possível selecionar a resposta correta: A, B, C, D ou E. Ali, a resposta rápida é o segredo. Adivinhar o nome da música que está a tocar no momento, detetar um pormenor num vídeo ou até fazer contas de cabeça, são infinitas as possibilidades do jogo, que se desenrola em três rondas por noite. “O quiz mais tradicional permite outras coisas, mas no Dr. Why existe um programa. O tempo de resposta é igual para todos, o que permite mais justiça na classificação final”, esclarece Pedro. A base de dados das perguntas está constantemente a atualizar-se e há inclusivamente rondas específicas, nas quais é possível personalizar o tipo de perguntas: rondas eróticas, de desporto, séries de televisão ou história.

 

Os prémios podem ir de t-shirts a vouchers de desconto em lojas parceiras. Há dois tipos de jogadores, segundo Pedro: o ocasional e o fidelizado, com cartão de jogo, cuja pontuação vai para o ranking nacional. Estes últimos têm até camisolas com o nome das equipas ou comandos personalizados. “Portanto, há pessoas que jogam esporadicamente, e há outras que fazem disto um estilo de vida”, revela.

 

E que tal a cultura geral dos participantes? “Surpreendeu-me. Neste jogo é essencial a cultura geral, mas também a forma como se relacionam com o comando”. A competição é um ingrediente sempre presente: “Há muita competição entre as equipas, até cortam relacionamentos durante o jogo. Aqueles que estão mais ou menos ao mesmo nível competem mesmo uns entre os outros. Mas, depois de porem o comando de parte, tudo volta ao normal”.

 

(...)

 

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